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O que fazer em San Andrés, a ilha mais barata do Caribe

Para curtir o que San Andrés tem de melhor a companhia do sol é imprescindível. Ele aparece com vontade por lá de janeiro a maio, quando o vento também ajuda a suavizar o calor excessivo


Em San Andrés, na Colômbia, dá para curtir o Caribe mais econômico

Imagem: Divulgação


Enquanto paraísos caribenhos como República Dominicana e Jamaica são certeiros para quem pode pagar por resorts all-inclusive, a pequena ilha de San Andrés consegue abraçar outros tipos de turistas. É um destino acessível e democrático.


Como há poucas hospedagens de luxo, os visitantes saem dos cercadinhos privados e dividem espaço com locais, seja na praia ou na balada. Isso faz com as pessoas tenham uma experiência culturalmente mais animada — e até relativamente mais real — da vida no Caribe.


O pedaço de 26 quilômetros quadrados de terra rodeado do chamado "mar de sete cores" pertence à Colômbia, embora esteja mais próximo do litoral da Nicarágua.


Os brasileiros desembarcam no aeroporto da ilha por meio de voos que fazem conexão em Cartagena, Bogotá ou Cidade do Panamá (veja como aproveitar um stopover na cidade).


Para curtir o que San Andrés tem de melhor a companhia do sol é imprescindível. Ele aparece com vontade por lá de janeiro a maio, quando o vento também ajuda a suavizar o calor excessivo. Já entre setembro e novembro, as possíveis tempestades tropicais podem destruir os sonhos das férias perfeitas — evite viajar no período.


Haynes Cay: pequena ilhota cercada pelo "mar das sete cores" do caribe colombiano

Imagem: Getty Images/iStockphoto


Além de torrar na areia e se refrescar na água, os turistas são convidados pelas (muitas) agências a conhecer as ilhotas mais próximas e realizar outras atividades aquáticas.


Tem batismo de mergulho com cilindro, caminhada no fundo do mar, paraquedas rebocado por lancha, caiaque no mangue? Tudo a um preço convidativo em comparação a outros destinos — inclusive nacionais. O que traz alegria para o bolso, porém, requer dose extra de paciência: alguns passeios são superlotados.


A boa notícia é que quando se cansar ainda dá para rodar pelo centro comercial — os produtos são livres de impostos —, comer em restaurantes de gastronomia internacional ou bebericar à beira-mar.


PRAIAS
Spratt Bight/Peatonal

A praia acompanha a orla do bombado centrinho comercial da ilha. No calçadão, por onde só passam pedestres, há lojinhas, restaurantes e feiras de artesanato.


Pela localização privilegiada, é possível que você cruze com ela diversas vezes ao longo da estadia. Mesmo assim, vale reservar um dia (ou até mais) para estender uma canga na areia branquinha e observar um dos mares mais lindos do mundo. Nada mal, né?!


San Luis

As outras faixas de areia possíveis de pegar um bronze e de entrar em águas tranquilas ficam na costa leste da ilha, chamada de San Luis. Distantes da maioria das pousadas, podem ser visitadas de táxi ou de veículo alugado, o que dá a liberdade de zanzar pelos espaços e encontrar o trecho que faz o seu estilo.


Há partes quase inóspitas onde abre-se mão da infraestrutura em prol da tranquilidade. Para estar mais assistido, a dica é a área nomeada de Cocoplum. É lá que ficam o badalado beach club Aqua, com espreguiçadeiras e comidinhas, e a Rocky Cay, atração que pode ser visitada num passeio de barco. Quando a maré está baixa, o acesso é facilitado: os banhistas chegam até as águas cristalinas da ilhota em menos de 10 minutos.


RESPOSTAS RÁPIDAS
para 8 perguntas frequentes

Onde se hospedar?

As pousadas do centro tem como vantagem estarem perto de tudo e como desvantagem, o preço. Um bom meio termo é a área atrás do aeroporto. Quem não quiser pagar pelo táxi de 15.000 a 20.000 COP, chega caminhando à a orla em cerca de 15 minutos. Seja onde for, leia os comentários nos sites de hospedagem para certificar-se de que há água quente no chuveiro. Trata-se de um ponto sensível na região.


Vale a pena fazer compras?

Não é como um outlet norte-americano em época de dólar a 2 reais, mas sim. Os preços de eletrônicos, roupas e alimentos são um pouco mais baixos do que no Brasil e algumas lojas dão descontos para pagamento à vista em dólar. Perfumes são a grande atração. Guarde um pouco da grana para conferir as promoções do aeroporto.


Preciso me preocupar com transporte?

Boa parte das distâncias podem ser percorridas a pé. A não ser que sua hospedagem esteja muito distante do centro, só vale alugar o carrinho de golfe no dia que dará a volta na ilha. Quando necessário, é mais fácil recorrer aos táxis. São carros coloridos, sem qualquer bandeira, que cobram preços fixos para os trajetos. Para não sair em desvantagem, sempre negocie antes de entrar.


Qual moeda levar?

Diferentemente do que está rolando em Buenos Aires, o real não tem cotação favorável na Colômbia. Prefira levar dólar para trocar em agências de câmbio. Outra opção é sacar direto de caixas automáticos do Bancolombia ou Banco de Bogotá. Nesse caso, o limite diário é de 600.000 COP, há IOF de 6,38% e é preciso liberar o seu cartão para saques internacionais.


Precisa de passaporte?

Os brasileiros podem entrar na Colômbia com RG original em bom estado, emitido há menos de 10 anos. Para evitar qualquer confusão, porém, especialistas recomendam levar o passaporte.


Tenho que tomar alguma vacina?

Além de cumprir com os requisitos necessários em relação a Covid-19 (consulte as exigências do órgão oficial aqui), é preciso tomar a dose integral de febre amarela. A vacina é aplicada nos postos de saúde do SUS, sem necessidade de agendamento, e o comprovante internacional é emitido por meio da Anvisa.


Como pago a taxa de entrada?

San Andrés exige uma 'tarjeta de turismo'. Independentemente do seu tempo de permanência, o valor é o mesmo: 124.000 COP. O pagamento é feito no check-in ou no portão de embarque do seu voo para San Andrés, em Bogotá, Cartagena ou Cidade do Panamá. Atenção: guarde o comprovante para mostrar na entrada e na saída da ilha.


Preciso comprar sapatilha de mergulho?

Sim! Vale usar a sapatilha todas as vezes que for entrar no mar ou passear pelos corais para se proteger de ouriços e possíveis machucados. Compre também um kit de óculos e snorkel. Assim, não precisará alugar a cada passeio.


Informações da UOL

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